Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Denise Vieira em prosa e poesia: EU

Denise Vieira em prosa e poesia: EU: "Eu sou a dúvida Que leva ao conhecimento Sou a verdade Que desmascara a mentira Sou a doçura quando estou em harmonia O vendaval quando ..."

EU


Eu sou a dúvida

Que leva ao conhecimento

Sou a verdade

Que desmascara a mentira

Sou a doçura

quando estou em harmonia

O vendaval

quando em grande euforia

Sou a ternura, a bondade e o amor

Sou mesclada por sentimentos de terror

Sei odiar , mas também muito amar

E na verdade nem sei quem sou

Uma certeza somente eu sei

Sou humana e aprendiz nesse mundo conturbador.



Denise Vieira Doro



quarta-feira, 2 de março de 2011

Levam os anéis, mas ficam os dedos!

Amigos, sinto-me vulnerável, num país onde a segurança é precária. Fui visitar uma netinha que hoje faz oito anos e pasmem, ao retornar ao meu apartamento a porta estava arrombada e saquearam muitos objetos tais como: TV de LCD, Notebook, relógios, DVD, controles remotos de TV a Cabo, da TV roubada e da parabólica, minha identidade e etc... Foi um choque, daqueles em que o chão desaparece, e vemos que estamos à deriva, pois quase em frente ao meu prédio existe uma Patrulha da PM. Pior, soube que os assaltantes interfonaram para um dos vizinhos e um deles  disse que era o morador do meu apto (deu o Número) que havia esquecido as chaves e para a alegria deste, abriram os portões dando-lhe livre acesso. Fácil muito fácil! Ele com uma chave de fenda, destruiu minha fechadura e entrou. Como ele adivinhou que eu estava viajando? Terá uma bola de cristal?  Isso ocorreu hoje, 02 de março de 2011 às 13:30 minutos, em plena luz do dia. Estavam num táxi , onde levaram os objetos e partiram. Mas, quem tem Deus no coração, nunca está totalmente desemparado ... Um dos vizinhos do meu prédio estranhou o fato deles saírem com tantas coisas sem embalagem que anotou o número da placa do táxi. Já a polícia está procurando os meliantes e eu cá me pergunto: _ Onde está a segurança nesse país ? Todavia algo me conforta... Levam os anéis, mas ficam os dedos! Tenho fé de que encontrarei meus pertences, caso não aconteça vou trabalhar e  vou adquirir o que me foi subtraído. Boa noite!

terça-feira, 1 de março de 2011

Uma pequena comunicação

Amigos, estarei ausente por uns dias do Blog, mas logo voltarei à escrever. Amo este espaço e escrever para mim é como respirar. Abraços e meus agradecimentos pelas visitas.

A música da vida.


A vida é como uma música. Em alguns momentos não conseguimos acompanhar seu ritmo.
Nos descompassos nos damos conta que somos frágeis.
Tememos errar o passo da dança...
E a música continua linda, nos envolvendo.
Existem entraves, por vezes, que nos tiram da suavidade da melodia.
Na música o Amor é a harmonia.
Sabendo acompanhar com equilíbrio e sensatez, obteremos leveza e paz tanto no dançar, como no ouvir.
Tentemos impedir que algo interrompa o desenrolar da música.
Fazer parte da música é sapiência e, significa algum sacrifício, pois o ritmo nem sempre será calmo.
Façamos da música nossa atitude diante da Vida.
Serenamente , inteligentemente , amorosamente e fraternalmente  diante de todos os acordes musicais.

Denise Vieira

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Denise Vieira em prosa e poesia: Até quando ficaremos passivos?

Denise Vieira em prosa e poesia: Até quando ficaremos passivos?: "Até quando ficaremos passivos diante da insensibilidade dos homens? As consequências do desrespeito ao Planeta estão aí, a cada dia um novo..."

Até quando ficaremos passivos?


Até quando ficaremos passivos diante da insensibilidade dos homens? As consequências do desrespeito ao Planeta estão aí, a cada dia um novo grito. Não está sendo ouvido, não estão enxergando!
Desmatamento , caça aos animais (alguns já em fase de extinção), lixo jogado nas ruas, nos rios e mares, lavam-se carros e calçadas com borrachas consumindo água desnecessariamente , visto que existem meios de lavar sem tanto consumo e etc... Ontem no programa de televisão da Globo  vimos que seringas e materiais coletados em cirurgia são jogados ao ar livre e contaminando o meio ambiente  colocando em risco a saúde da população . Isso é revoltante! Daí enchentes, desabamentos, calor excessivo , frio exagerado , furacões, terremotos, tsunamis e  etc... Mesmo vendo o sofrimento, nada  é feito  ou muito pouco é realizado. Na maioria das vezes o dinheiro fala mais alto porque os poluentes continuam sendo jogados na atmosfera. Será que estamos esperando o fim passivamente ? Somos todos responsáveis pelo Planeta e sendo assim a consciência ecológica deveria ser parte de nossas práticas. Vamos abolir os sacos plásticos e outros materiais que ficam séculos para serem deteriorados. Vamos pressionar os governos a olharem mais pela saúde como um todo. Do planeta e de todos os seres humanos.
Tenham um belo dia!

Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

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