Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.

sábado, 5 de abril de 2014

ROSA
























Meu sobrenome é  Rosa
E das rosas eu sou fã

São belas e são cheirosas

Como amo amar as rosas!



E como compôs Pixinguinha

A rosa é como a mulher

Tão bela e preciosa

Que a todos inebria



E se o mundo já é tão belo

Tenho certeza de que a Rosa

Em muito o enfeitou

Traduzindo a beleza e o AMOR.



Denise Vieira da Rosa


Rosa - Marisa Monte

Desejos











 
Desejo um beijo roubado
um abraço apertado
ter palavras de carinho
ser cuidada com jeitinho...

Com jeito de bonequinha
Feita só de porcelana
mas que tem alma em chama
de fogo na brasa ardente

Desejo ser uma louca
Nos afagos que trocar
ser ousada na medida
pra sempre te provocar.

Denise Vieira Doro

segunda-feira, 24 de março de 2014

MUDANÇAS









Fala-se muito em mudanças. O tempo voa. O mundo se transforma a cada segundo e que temos que acompanhar a evolução dos tempos modernos, todavia é inevitável uma compreensão dos fatos, e reflexão profunda das ocorrências que muitas vezes nos deixam perplexos. Mas, o interessante nisso tudo é, que mesmo sendo apregoado que a revolução tecnológica trouxe muito progresso e conforto para a humanidade as pessoas que se dizem modernas continuam as mesmas.
Quando se trata de educar filhos, raramente vemos pais usando métodos modernos, aparentemente apregoam, porém no fundo usam os mesmos métodos usados por seus pais. E quando dão excessiva liberdade, se decepcionam com as atitudes dos filhos que dela fazem mal uso , na maioria das vezes.
 No aspecto do amor as coisas mudaram...
Hoje não se costuma namorar e sim “ficar”. Se fica com um hoje, amanhã com outro. Ao fim de algumas “ficadas”, chega-se a conclusão que o melhor é ter um único parceiro (a) e tudo acaba como nossos pais faziam. Vem noivado e depois casamento ou vão morar juntos assumindo uma relação estável. Existe uma pequena diferença, mas não podemos afirmar que todos os casais façam isso. Namoro hoje = dormir junto.  Na época que não existia pílula anticoncepcional isso era raro, pois acabava em gravidez indesejada e consequentemente em casamento forçado.
No fim de tudo as mudanças se existem são poucas, excetuando o que se refere a tecnologia digital e Internet e etc...
O que diz respeito a sentimentos continua a mesma coisa, embora aparentando algo mais avançado, liberal e descompromissado.
Ainda se sofre por amor, luta-se para conquistar alguém que se ama e perde-se pessoas estimadas pelo simples fato de não saber demonstrar sentimentos.
E ainda se afirma que houveram muitas mudanças...
Será?



Denise Vieira Doro

sábado, 8 de março de 2014

Denise Vieira em prosa e poesia: O AMOR ESTÁ EM NÓS

Denise Vieira em prosa e poesia: O AMOR ESTÁ EM NÓS: O amor está  em nós Essa força que constrói Que arrasa e abate Que arranca das entranhas Loucuras muito estranhas. ...

O AMOR ESTÁ EM NÓS




O amor está  em nós
Essa força que constrói
Que arrasa e abate
Que arranca das entranhas
Loucuras muito estranhas.


O amor é o amor
Tão simples de descrever
Tão difícil de conter
De esconder, de atrever
Mas sem ele não se consegue viver


O amor é na essência
A coerência e a incerteza
Tão comum o paradigma
Sem ele  não temos paz
É sem dúvida um alimento


E caminhamos sentindo
Diversidade de emoções
Oras tristes e lamentos
Noutras alegrias e contentamentos
Mesclando os sentimentos.



Denise Vieira Doro

Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

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