Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O vício e a solidão




O mundo virtual contaminou grande parte da humanidade.A maioria das pessoas hoje  que possue acesso a celulares , computadores e etc... viciou-se no uso exagerado.
Observando em festas podemos ver muitas retirando os celulares das bolsas ou outros e ficarem digitando frenéticamente.
Nos pontos de ônibus o mesmo ocorre, lado a lado as criaturas não se cumprimentam, não se olham, enfim nem se notam.
Vivemos e ERA DA SOLIDÂO. Sim, porque na verdade estamos sós. Um aparelho nos aproxima , nos trás boas e más notícias, oferece tudo até relacionamentos amorosos. Todavia o toque, o abraço, o calor humano não está ali. Lemos palavras lindas tipo: eu te amo! Eu te adoro! Você é lindo(a) e etc... No entanto nem todos são sinceros, alguns usam desse recurso para atingirem algum objetivo e tudo não passa de representação.
 Vamos analisar um pouco mais atentamente como estamos usando nossas ferramentas tecnológicas que nos levam ao mundo virtual em que podemos confundir sonho com realidade, amor com interesse e elogio com amizade.
O vício de tais recursos levam-nos a um vazio, esse sentido quando dele nos afastamos. E aí nesses momentos vemos a solidão que vivemos.

Denise Vieira Doro

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Delírios



Se soubesses o que sinto, e não minto
 estremeço e adormeço nos seus braços,
 cada dia que acordo, com você eu me vejo,
 cada noite que eu durmo em seus braços me aconchego.

 Seu nome me inspira
Cada verso que componho
É você que ocupa a rima
Tudo isso me fascina

Sou o espaço vago
No universo do teu ser
És o que completa
Meu vazio, meu querer.

Denise Vieira Doro

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Viajando e vivendo...


Nada substituí o prazer de viajar, principalmente quando estamos ansiosos por conhecer novas culturas, novas pessoas e a nós mesmos.
O simples fato de estarmos fora de nosso lar, deixa-nos com uma certa dose de nostalgia e alegria... Pasmem, pois é isso mesmo, saudade de casa e euforia de estar conhecendo cidades novas e outras culturas.
Quem pode viajar deve fazê-lo sempre, afinal somente conhecendo novos horizontes poderemos valorizar nossas raízes.
Contemplando as belezas naturais, as edificações peculiares de cada região, a atividade turística de cada  uma podemos avaliar a terra onde moramos, e num comparativo muito aprendermos.
As pessoas que conhecemos durante o percurso, seus hábitos e histórias enriquecem nossa vida.
 Vamos sempre que pudermos darmos a nós mesmos essa oportunidade incrível de ampliarmos nossos conhecimentos e interagirmos com outros povos.

Denise Vieira Doro

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Reflexões






Para cada escuridão quero uma vela acender.
Para cada dúvida quero esclarecer...
Para a falta de respeito pedirei que respeitem...
Para a insegurança darei a fé...
Para o desamor doarei amor...
Para a ingratidão devolverei com perdão...
Para o desatenção ofertarei carinho...
E se depois disso tudo eu nada conseguir...
Ainda assim minha esperança na vida não vai extinguir.

Denise Vieira Doro

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Meu Pedacinho de Chão.






Novela que vai deixar saudades... Uma historinha leve  e ao mesmo tempo muito séria quanto ao assunto amor. Reviveu em cada telespectador sua infância com as peraltices do moleque Serelepe, acrescentou em nossos corações aquela pitada de ternura, a vontade de ajudar ao próximo como Dona Catarina com a Pituquinha tanto desejarem ajudar ao menino Serelepe. Mostrou-nos, que o amor não tem barreiras, atravessa tudo até a condição social e cultural quando forte e verdadeiro com o Zelão e a Professorinha Juliana. Deitou abaixo preconceitos  com as aparências, tornando a menina que se vestia e trabalhava na fazenda do pai como se fosse um rapaz, desabrochando para o amor e tornando-se  feminina e delicada.
Deu-nos exemplos de que só a afabilidade e o Amor podem desarmar qualquer guerra e coração petrificado. Alertou-nos sobre a política e suas nuances de manipulação com o povo. Valorizou a fé, nas pessoas do Padre e da Dona Benzedeira que o povo confiava. Exemplificou de forma muito sutil os verdadeiros valores da família. O valor das palavras do bem, dos abraços, da educação, do auxílio e encantou-nos com a beleza de seus cenários tão coloridos assemelhando-se aos desenhos animados. Muitos benefícios essa novela sem grandes pretensões trouxe-nos e certamente eu teria muito mais à escrever. Algo no entanto é certo arrancou lágrimas dos olhos mais secos , abalou corações e vai deixar muitas saudades!!!!

Denise Vieira Doro

terça-feira, 29 de julho de 2014

De volta ao aconchego.








Voltar a sobriedade depois de passarmos por períodos de hibernação psicológica não tem preço.
Muitas vezes, ficamos hipnotizados em situações caóticas ou relacionamentos conturbados por pura falta de maturidade.
Nesses períodos não conseguimos ver nada... apenas olhamos e ficamos sonhando com coisas que nunca aconteceram e que idealizamos que estão ocorrendo. Na verdade, existem criaturas cuja índole é a de se fazer notar a qualquer custo. A vaidade dessas pessoas ultrapassa os limites da sanidade. Querem ser o alvo das atenções e para não perderem o lugar de destaque primam em usar de atitudes ou comportamentos que instiguem quem está a sua volta a diversos sentimentos.
A análise mais detalhada de alguns fatos poderão abrir as cortinas da cegueira passageira e tornarem o que realmente está ocorrendo tão claro que terá um fim esse tipo de manipulação psicológica.
 A culpa as vezes nem é de quem provoca essa situação , e muito mais de quem se encontra despreparado em sua fé, em sua percepção e certa malícia para perceber que está sendo usado para alimentar o ego de outras ou quem sabe até de suas frustrações.
Porém, nada é para sempre, haverá um momento em que acordamos desse pesadelo e vemos com nitidez tudo que nos deixamos envolver, pois na verdade nós permitimos que isso se tornasse importante a ponto de trazer prejuízos. Nesse espaço de tempo cuja fantasia de que tudo era maravilhoso e na verdade era somente representação teatral perdemos a oportunidade de vivermos com os pés no chão, observarmos as maravilhas que estavam a nossa volta e sairmos em busca de tudo que nos faria bem.
Denise Vieira Doro

Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

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