Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Dia a dia na Pandemia

Assim mudou nossas vidas...De repente, tivemos que nos isolar de todos e do mundo.
Uma situação inusitada. Usar álcool gel e lavar as mãos sempre que possível. O uso de máscaras nos incomoda porque parece que não estamos respirando direito.
Tivemos que nos readaptar a uma nova rotina... Será que podemos nomear de rotina? - Um pouco complicado.
Deixamos de fazer algumas atividades que nos eram prazerosas.
Mantermos as crianças pequenas em casa tem sido um dos grandes desafios.

E a saudade dos entes queridos com os quais não temos convivido?
Essa realmente é uma das maiores dificuldades.
Quem mora sozinho, teve que buscar na solidão algumas formas de distração.
Nossa sociedade não estava preparada para passar por tudo isso.
Está um clima de medo de pegar a Covid 19 e se pegarmos existe a dúvida: será que vamos escapar da morte?
Tudo conspira contra nossos mais belos anseios.
No entanto, somos capazes de superar quando temos algo que pode realmente nos ajudar. A força do pensamento positivo, a fé de que  tudo isso passará e sairemos vitoriosos.
Dessa forma faz-se necessário tomarmos os cuidados para evitar as contaminações. Temos a nosso favor os smartphones e outros meios de estabelecer contato com quem desejarmos.
E que jamais percamos a esperança e o amor que pode transmitir a paz e o equilíbio de que tanto precisamos !
Denise Doro

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Fugindo

Fujo na noite escura
caminhando na loucura
de um dia ter sido sua
e ter me exposto tão nua.

Fugitiva serei sempre
pois  lembranças  me perseguem
dando forma e desespero
Dos beijos que me prenderam

Jamais vou me ajustar
e outro amor encontrar
você faz parte de mim
e eu não vivo mais assim

Seremos eternamente
o casal que se esmerou
pra que tudo desse certo
mas no fim tudo acabou

Denise Doro

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Quando penso

Quando penso.

Quando penso em você
Sinto o corpo estremecer
com saudades dos carinhos
das palavras e momentos
que jamais vou esquecer.

Quando penso em você
Viajo para um passado
onde morava em mim
uma alegria sem fim

Quando penso em sua boca
Sinto o gosto e fico louca
querendo muito voltar
no tempo pra te amar

Denise  Doro










Emoção ( Aldravia)

emoção
não
combina
 com 
a 
razão

Denise Doro
Amando perdidamente

Amo com desmedida emoção
sinto as consequências dessa louca paixão

perdendo o tino, esquecendo de mim mesma
No entanto a alegria infinita do momento
Revela o quanto precisava desse sentimento.

Se é a pessoa certa
Não sei nem desejo saber
O que importa é ser
Sentir e viver
As insanidades que me dominam

E que nada mais possa impedir-me
De aproveitar instantes indefinidos
que permeiam o corpo e a mente
 Tornando-me escrava da luxúria
E não desejando a liberdade.

Denise Doro

domingo, 30 de setembro de 2018

O vício e a solidão

O mundo virtual contaminou grande parte da humanidade.A maioria das pessoas hoje  que possui acesso a celulares , computadores e etc... viciou-se no uso exagerado.
Observando em festas podemos ver muitas retirando os celulares das bolsas ou outros e ficarem digitando freneticamente.
Nos pontos de ônibus o mesmo ocorre, lado a lado as criaturas não se cumprimentam, não se olham, enfim nem se notam.
Vivemos a ERA DA SOLIDÃO.

 Sim, porque na verdade estamos sós. Um aparelho nos aproxima , nos trás boas e más notícias, oferece tudo até relacionamentos amorosos. Todavia o toque, o abraço, o calor humano não está ali. Lemos palavras lindas tipo: eu te amo! Eu te adoro! Você é lindo(a) e etc... No entanto nem todos são sinceros, alguns usam desse recurso para atingirem algum objetivo e tudo não passa de representação.
 Vamos analisar um pouco mais atentamente como estamos usando nossas ferramentas tecnológicas que nos levam ao mundo virtual em que podemos confundir sonho com realidade, amor com interesse e elogio com amizade.
O vício de tais recursos levam-nos a um vazio, esse sentido quando dele nos afastamos. E aí nesses momentos vemos a solidão que vivemos.

Denise Doro

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Só o amor merece revide

Só o amor merece revide


É exatamente assim que devemos agir.
Nada justifica revidarmos ações que não nos agradaram. Tal atitude só nos compromete, afinal, se revidamos o mal é porque queremos que o mesmo continue.
O amor deve ser retribuído ou revidado em todas as formas que se manifeste: gentilezas, palavras acalentadoras, ações de carinho e cuidado, generosidade, bondade, perdão, tolerância, pensamentos de alegria e positivismo.
Jamais percamos o equilíbrio e fiquemos tentados a pagar o mal com o mal. Tal fato revelará que gostamos de receber o mal e portanto o retribuímos. Não se trata de vingança, mas, de caráter.
A cada ato praticado pelo bem e pelo perdão estaremos libertos das energias negativas que  o ódio conduz.
Nossos caminhos serão mais leves e tendo sensatez suficiente para entendermos o que estamos vivendo tudo se acalmará.

Denise Vieira Doro,

Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

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