Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Amar sem receios







Amar sem receios, é amar  toda e qualquer criatura existente. Essa filosofia de vida não se resume ao papel ou somente a Net, mas deverá ser praticada como algo importantíssimo. Quando temos o desprendimento necessário para tal, descobrimos uma sensação de plenitude e inigualável. O amor é o sentimento que quanto mais dividimos mais se multiplica. Toda ação tem uma reação. É óbvio que quem dá amor recebe amor. Existem ambientes onde a hostilidade é disfarçada e só com muita percepção vemos que ali está instalada. Por trás de palavras ou atos vemos que existem animosidades gratuitas. Sempre que isso estiver ocorrendo  devemos Amar. Demonstrar carinho, amizade através de pequenas atenções e até de tolerância ( que é uma forma de amor ) difícil , porém não impossível. Trata-se de um exercício diário e com certeza trará muita satisfação. Desenvolvendo a generosidade e insistindo em agir justamente nos lugares onde há necessidade, estaremos amando sem receios a toda e qualquer criatura que conviva conosco e isso vai abrangendo outras pessoas como uma corrente do bem. Uma palavra de apoio, encorajadora para alguém que esteja momentaneamente passando por dificuldades, quer sejam financeiras ou não, é amar . O amor é o sentimento demonstrado de tantas maneiras e o único capaz de salvar a humanidade. Não importa a religião da pessoa. O amor é Universal e em qualquer canto do mundo é transformador.Que nossos dias sejam de luta pela propagação do amor sem receios!

Denise Vieira Doro

Um passado que merece ser relembrado



                                        Mãe, avó e avô          Casamento Vô e Vó
Bisavó

Meus avós eram portugueses, avô nascido na cidade do Porto, em Leixões e minha avó em Lisboa. No entanto minha bisavó ( que era de Coimbra) Judite, veio para o Brasil em 1926 com minha avó materna e aqui se radicou, na cidade do Rio de Janeiro,no centro da cidade , e Sofia Rodrigues Figueiredo (avó) conheceu mais tarde meu avô Joaquim José Aroso Murat Pinto Bastos. Casaram-se em 1931 e minha mãe nasceu em 31 de maio de 1932. O nome de minha mãe era Maria de Lourdes Figueiredo Aroso Murat Pinto Bastos . Na cidade do Rio de Janeiro ela estudou  até completar o curso ginasial. E desde os treze anos de idade ia passear com meu avô nas férias em Paty do Alferes ( cidade do interior do Estado do Rio) e Miguel Pereira que dista seis quilômetros de Paty. Quando completou dezesseis anos foram residir definitivamente em Miguel Pereira, onde meu avô abriu uma loja de tecidos e minha mãe ajudava na loja. Durante uns dois anos auxiliando meu avô estabeleceu amizades que duraram mais de quarenta anos. Suas amigas mais chegadas eram: Lecy, Norma Saraiva, Vilma,Ely, Gilda e Ignêz. A juventude de minha mãe foi aproveitada com passeios de charrete e convívio salutar com as amigas.Aqui posto algumas fotografias desse passado de que me orgulho. Meu avô era contador de uma empresa no Rio de Janeiro e em Miguel Pereira tornou-se proprietário da Loja de Tecidos. Minha avó era costureira e excelente. Até vestidos de noiva ela confeccionava. Recebeu uma educação primorosa em Portugal, lá estudou em colégios bons. Ao chegar ao Brasil, falava Francês e Tocava Violino.

domingo, 10 de abril de 2011

Face a face






Olho no espelho
vejo minha face
face ou disfarce
de todo meu rosto 
Quero demonstrar
todas as virtudes
erros e vicissitudes
como ondas no mar

Encaro a face
lembro-me do enlace
que trouxe-me paz
o que me apraz

Nunca deixarei
de me contemplar
atenta  observarei
o que estou a mostrar.

 Denise Vieira Doro

sábado, 9 de abril de 2011

Momentos de Felicidade!









Viagem aos anos dourados.





Viajando ao passado senti as emoções do dia em que te conheci. Meu coração acelerava quando você chegava na sala de aula e meu rosto ficava vermelho como um tomate! Bastava vê-lo e isso acontecia, se estava em pé as pernas tremiam.Que saudades! Um tempo onde tudo era pura emoção. Eu amedrontada, afinal , somente quinze anos de idade, um pai muito bravo e que não admitia que eu namorasse antes dos dezoito anos. Sentimentos confusos de medo, atração, carinho e aventura. E ao final ele concordou com nosso namoro, simpatizou com você. Foi maravilhoso ser beijada por você pela primeira vez, enfim ensinou-me tudo que hoje sei sobre amar, seduzir e agradar ao parceiro.Que jamais eu perca a lucidez e possa sempre retornar ao passado e reviver os anos dourados de minha juventude!

Denise Vieira Doro

O que fazer quando não somos compreendidos?





Uma situação quase que rotineira em nossas vidas...Quantas vezes pensamos estar agradando alguém e , essa pessoa se ofende, não aceita, recusa o que fizemos nas melhores das intenções. Fato complicado, pois a princípio nossa reação é de decepção , depois revolta e uma certa desconfiança em relação aos sentimentos da pessoa em questão. Óbvio que quando tentamos agradar alguém , usamos vários caminhos, e nem sempre são estes entendidos. Tudo dependerá da personalidade e da educação que esta recebeu. Para alguns uma homenagem é algo enriquecedor, para outros é motivo de vergonha e até de exposição quando feita através da Net. E acabamos em lágrimas desnecessárias, porque a pessoa que se sentiu ofendida, jamais compreenderá que estávamos oferecendo nossa amizade e carinho e que nunca tivemos a intenção de expô-la ao ridículo ou prejudicá-la. Tudo bem, quando mais calmos entendemos através de uma breve reflexão que isso é normal e acontece com todo mundo e vai continuar acontecendo, afinal os dedos das mãos não são iguais e consequentemente as pessoas também são completamente diferentes umas das outras. E é justamente na diversidade que aprendemos grandes lições. Agradeçamos a Deus, por nos dar essa capacidade de discernimento e disposição para perdoarmos aos que não compreendem o que se passa em nossos corações. Vamos amar , perdoar e esquecer.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O convite para o amado.

Sinto um vazio no peito, algo inquieta meus sentimentos, sei que vivemos doces momentos. Noites alegres nos envolvendo, roupas no chão, beijos ardentes e num completo êxtase nos amávamos. E o tempo foi passando, as carícias no início aumentando, surgiram novas maneiras de fazer amor e quanto isso trouxe-nos felicidade. A sintonia dos corpos era como uma dança, onde não se errava um só passo. E o prazer a cada dia ficou mais intenso... Mais qualidade atingíamos em cada união. Fomos feitos um para o outro. Corpos perfeitos, encaixe total, química sem igual. Um dia comecei a perceber que algo acontecera... Já não tínhamos a mesma atração. Esta foi apagando como uma vela quando chega ao fim...
Começamos a criar desculpas para o encontro não acontecer.E o distanciamento esfriou o que nos aqueceu durante alguns anos. Decidimos em comum acordo uma separação, não de casas  e sim de corpos. Essa despedida foi dolorosa, pois quando ocorreu e ficamos sem nos tocar, pude ver o quanto sinto falta de você.Volte pra mim, retorne ao nosso amor, porque ele existe, somente ficou adormecido por uns dias! Ouvia do meu quarto seu choro e chorava também, relembrando tudo que vivemos de bom e com saudades clamava por seu nome baixinho. Estou a sua espera. Basta entrares em meu quarto que atirar-me-ei em seus braços fortes, e beijarei a boca que me saciou tantas vezes e da qual e jamais deveria ter me separado.
Denise Vieira Doro

Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

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