Quem sou eu
- Denise Doro
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Ouça
Ouça o cantar dos pássaros
O clamor da natureza nas tempestades
O som dos ventos nas florestas
O amor que mora em você
O pedido de ajuda de um irmão
Não desprezes pensamentos de bondade
Inutilize os que induzem as maldades
Faça de cada dia uma novidade
Realizando sonhos e conquistando amizades
Sendo então a sublimação da felicidade
Nunca duvides do pensamento alheio
Nem da maledicência , fruto da inveja
Dê seu exemplo de tolerância e perdão
Virtudes que pertencem,
a quem tem Deus no coração.
Denise Vieira
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Fazer a diferença
Fazer a diferença
Um famoso escritor se refugiou numa ilha de pescadores na intenção de escrever um livro. Todas as manhãs, ele caminhava pela praia para relaxar e buscar a inspiração e ao entardecer começava a escrever.
Numa certa manhã, algo lhe chamou a atenção. Um vulto ao longe, parecia bailar e, curioso, ele se aproximou para ver de perto. Chegando bem perto, ele viu um menino devolvendo as estrelas-do-mar de volta para a água.
Esta cena se repetiu por vários dias, até que um dia, intrigado, ele se aproximou da criança e lhe perguntou porque todos os dias ele as devolvia para o mar.
O menino lhe respondeu que ele estava salvando as estrelas-do-mar, devolvendo-as ao oceano, pois o sol do meio-dia as destruiria. O escritor riu, com um ar de descaso, e disse-lhe:
“Menino, veja só esta praia! Que diferença isso pode fazer? Nela há milhares de estrelas-do-mar, e agora, no mundo todo, há milhares de milhares que você não conseguirá salvar”.
A criança olhando para a estrela que ainda estava em sua mão, respondeu:
“Moço, para esta aqui eu fiz a diferença”.
Com essa resposta, o escritor voltou para sua casa, e não conseguiu mais escrever nesse dia. Tão pouco conseguiu dormir quando a noite chegou. Logo pela manhã ele voltou à praia e junto com a criança devolveu várias estrelas para o mar...
E VOCÊ, QUER FAZER A DIFERENÇA?
“Tudo o que se faz com caridade, por pouco ou desprezível que seja, produz abundantes frutos, porque Deus olha mais para a intenção do que para a ação.” (Imitação de Cristo)
Extraída do Livro: “Parábolas que transformam Vidas” – PE. Marcelo Rossi
Um famoso escritor se refugiou numa ilha de pescadores na intenção de escrever um livro. Todas as manhãs, ele caminhava pela praia para relaxar e buscar a inspiração e ao entardecer começava a escrever.
Numa certa manhã, algo lhe chamou a atenção. Um vulto ao longe, parecia bailar e, curioso, ele se aproximou para ver de perto. Chegando bem perto, ele viu um menino devolvendo as estrelas-do-mar de volta para a água.
Esta cena se repetiu por vários dias, até que um dia, intrigado, ele se aproximou da criança e lhe perguntou porque todos os dias ele as devolvia para o mar.
O menino lhe respondeu que ele estava salvando as estrelas-do-mar, devolvendo-as ao oceano, pois o sol do meio-dia as destruiria. O escritor riu, com um ar de descaso, e disse-lhe:
“Menino, veja só esta praia! Que diferença isso pode fazer? Nela há milhares de estrelas-do-mar, e agora, no mundo todo, há milhares de milhares que você não conseguirá salvar”.
A criança olhando para a estrela que ainda estava em sua mão, respondeu:
“Moço, para esta aqui eu fiz a diferença”.
Com essa resposta, o escritor voltou para sua casa, e não conseguiu mais escrever nesse dia. Tão pouco conseguiu dormir quando a noite chegou. Logo pela manhã ele voltou à praia e junto com a criança devolveu várias estrelas para o mar...
E VOCÊ, QUER FAZER A DIFERENÇA?
“Tudo o que se faz com caridade, por pouco ou desprezível que seja, produz abundantes frutos, porque Deus olha mais para a intenção do que para a ação.” (Imitação de Cristo)
Extraída do Livro: “Parábolas que transformam Vidas” – PE. Marcelo Rossi
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Desabafo
Falei, falei demais!
Desabafei o que pude
Entreguei tudo que pensava
Estraguei tudo, pois amava...
Nada adiantou
Arrependimento chegou
O sonho terminou
Levando consigo o amor
Talvez um dia, quem sabe...
Cedo ou tarde
Evitando que tudo acabe
Até uma simples amizade
O reencontro venha
Surpreenda-nos e traga
Esperanças de recomeço
Onde o amor não tenha preço.
Denise Vieira
Desabafei o que pude
Entreguei tudo que pensava
Estraguei tudo, pois amava...
Nada adiantou
Arrependimento chegou
O sonho terminou
Levando consigo o amor
Talvez um dia, quem sabe...
Cedo ou tarde
Evitando que tudo acabe
Até uma simples amizade
O reencontro venha
Surpreenda-nos e traga
Esperanças de recomeço
Onde o amor não tenha preço.
Denise Vieira
EU
Eu
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Atração Fatal
O que posso fazer?
Sem seus beijos não vivo
Mesmo longe te sinto
Muito perto de mim
Na verdade seu corpo
Me envolve e acolhe
Me fascina e promove
Sensações infinitas
Os seus olhos me fitam
Me desnudam e dizem:
Te desejo sem culpas,
Pois conheces meu íntimo
E nessa atração fatal
Me vejo tão vulnerável
Perdida e realizada
Encontrada e muito amada.
Denise Vieira
Dedicada ao meu amor eterno
Pelos 39 anos de união
Sem seus beijos não vivo
Mesmo longe te sinto
Muito perto de mim
Na verdade seu corpo
Me envolve e acolhe
Me fascina e promove
Sensações infinitas
Os seus olhos me fitam
Me desnudam e dizem:
Te desejo sem culpas,
Pois conheces meu íntimo
E nessa atração fatal
Me vejo tão vulnerável
Perdida e realizada
Encontrada e muito amada.
Denise Vieira
Dedicada ao meu amor eterno
Pelos 39 anos de união
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Amor em verso e prosa
O Amor é tão sublime
Faz-nos sair do mundo real
Viver paralelamente
Sonhos lindos, sem igual...
Quem ama verdadeiramente
Se entrega de corpo e mente
Vira poeta ou trovador
Seus versos são puro Amor.
Apaixonados encantam-se
E com tudo emocionam-se
Escrevem em verso e prosa
Seus cadernos confidentes
Ah! Como é lindo amar o amor!
Dorme-se tranquilamente
Vive-se alegremente
Os gestos fazem-se presentes.
Denise Vieira
Faz-nos sair do mundo real
Viver paralelamente
Sonhos lindos, sem igual...
Quem ama verdadeiramente
Se entrega de corpo e mente
Vira poeta ou trovador
Seus versos são puro Amor.
Apaixonados encantam-se
E com tudo emocionam-se
Escrevem em verso e prosa
Seus cadernos confidentes
Ah! Como é lindo amar o amor!
Dorme-se tranquilamente
Vive-se alegremente
Os gestos fazem-se presentes.
Denise Vieira
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Dia 18 de junho de 2010
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