Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

domingo, 24 de março de 2013

Somos todos iguais...





Somos todos iguais na forma de reagir a atenções, carinhos, e em algumas situações de vida.
Somos todos iguais,  quando sentimos amor por alguém, não conseguimos esconder, disfarçar e na maioria das vezes perdemos a pessoa , principalmente quando esta ainda não sente por nós esse sentimento da mesma maneira e aí assustamos, a pessoa  reage como se quiséssemos controlar sua vida, e tolher seus passos.  A habilidade de lidar com o OUTRO  é algo que só a vivência nos ensinará.
Os relacionamentos entre familiares e amigos são um pouco parecidos. Todavia,  diferem no quesito demonstração. Com esses temos que demonstrar com palavras e atos o quanto são importantes para nós,  e isso fará com que a união se intensifique e o convívio seja salutar.
O ser humano é complexo e como nenhuma pessoa é igual a outra as reações são diversas. Cabe-nos analisar, e tomarmos as atitudes mais coerentes em cada situação vivida.
Quando não demonstramos o que sentimos, podemos perder porque a outra pessoa ou as outras pessoas ficarão pensando que somos insensíveis. E ao final de tudo o que necessitamos mesmo é do amor-próprio, porquanto ao possuí-lo faremos o melhor  que pudermos . se agradaremos será uma dúvida, contudo o que vale é nossa melhor intenção.

Denise Vieira Doro
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Meus netos

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Dia 18 de junho de 2010

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