Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Quando a emoção termina







 
Quando entre duas pessoas que se gostam a emoção termina é irreversível.
Nada mais faz sentido. O beijo não estremece... O abraço não aquece e a presença não carece.
E a tristeza invade a alma, o sentimento de perda mesmo que ainda estando juntos é real. A hipótese da separação parece um pesadelo... Mas, não é. Já aconteceu na alma só não aconteceu no corpo. Sentimos um vazio tão grande  que tememos dar o primeiro passo para o fim que já aconteceu, só não foi realmente consumado.
Passa-se noites envoltos em pensamentos e indagações: _ onde foi que eu errei?
E as respostas são absurdas porque na verdade não erramos, tentamos acertar só que não era para ser.
 Temos que ter a auto estima muito apurada para não cairmos no vácuo deixado pela decisão de algo que não queríamos , todavia já estava escrito que ocorreria.
 E a vida continua... Com  mais aprendizado vamos tentar não esmorecer ... A tendência é não querermos mais nenhum tipo de envolvimento. No entanto se os dedos das mãos não são iguais, as pessoas muito menos.
A esperança de dias melhores há de  instalar-se em nós.
A fé será nosso alimento.
A coragem nossa arma.
A sabedoria nossa escolha.


 Denise Vieira Doro
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Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

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