Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O vício e a solidão




O mundo virtual contaminou grande parte da humanidade.A maioria das pessoas hoje  que possue acesso a celulares , computadores e etc... viciou-se no uso exagerado.
Observando em festas podemos ver muitas retirando os celulares das bolsas ou outros e ficarem digitando frenéticamente.
Nos pontos de ônibus o mesmo ocorre, lado a lado as criaturas não se cumprimentam, não se olham, enfim nem se notam.
Vivemos e ERA DA SOLIDÂO. Sim, porque na verdade estamos sós. Um aparelho nos aproxima , nos trás boas e más notícias, oferece tudo até relacionamentos amorosos. Todavia o toque, o abraço, o calor humano não está ali. Lemos palavras lindas tipo: eu te amo! Eu te adoro! Você é lindo(a) e etc... No entanto nem todos são sinceros, alguns usam desse recurso para atingirem algum objetivo e tudo não passa de representação.
 Vamos analisar um pouco mais atentamente como estamos usando nossas ferramentas tecnológicas que nos levam ao mundo virtual em que podemos confundir sonho com realidade, amor com interesse e elogio com amizade.
O vício de tais recursos levam-nos a um vazio, esse sentido quando dele nos afastamos. E aí nesses momentos vemos a solidão que vivemos.

Denise Vieira Doro
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Meus netos

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Dia 18 de junho de 2010

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