Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Estamos em prisão domiciliar

Vivemos em prisão domiciliar

Hoje , assistindo aos noticiários que veiculam pela mídia,constatei algo triste , mas real. Vivemos em prisão domiciliar. Não é piada não! Os bandidos estão fazendo cidadãos de bem, reféns de suas vontades e sendo assim, as pessoas que desejam ter paz e tranquilidade, vão ficando cada dia mais presas em suas casas.

Quando saímos ficamos vulneráveis aos pequenos assaltos e até aos sequestros relâmpago. Ocorre também,que os meliantes podem invadir nossas residências e levarem nossos bens materiais, tais como Televisões, DVDs, notebooks, computadores, aparelhagem de som e etc...

Estive pensando que se minha falecida avó fosse viva , morreria de desgosto, pois quando viva existia mais segurança. Era costureira e ia ao Rio de Janeiro costurar para senhoras que a contratavam por dias. Quando recebia ia até ao centro da cidade e comprava livros, tecidos e outros para nos presentar e, pasmem nunca foi assaltada.

Hoje os assaltantes costumam até despir jovens , para levarem tênis importados, roupas de marca, relógios e etc...

Porém o que nos faz prisioneiros em nossas casas é que com tanta falta de segurança, vamos cada dia menos nos divertir, porque sair de casa constitui-se num perigo. Só se colocarmos sistema de alarmes e segurança como fazem os Bancos. Mesmo assim os elementos podem atrever-se a invadir nosso lar. Passarão apuros , o que estamos fazendo é na verdade dificultar suas ações. Onde está o dinheiro que nos é tirado através dos impostos? E pagamos muitos impostos. Todo governante nas três áreas, municipal, estadual e federal) pautam como prioridade em suas campanhas eleitorais a Segurança entre outros. Que segurança? Nem nas ruas pode-se caminhar. O jeito é se trancar em casa, atrás das grades e dos alarmes e permitirmos que os bandidos circulem livremente. Vamos dar um basta, vamos exigir dos nossos políticos mais ações e menos lero-lero. A polícia alega que nem muito pode fazer pois, os direitos dos presidiários deve ser garantido, a proteção e nada de violência. E os nossos direitos? Ah, esqueci esses não existem, temos é o dever de pagar MUITOS impostos e ficarmos como palhaços no circo da sociedade que diz AMÈM a tudo.



Denise Vieira Doro












Um comentário:

Valter Montani disse...

Denise,

Você disse tudo em poucas palavras,a realidade é essa mesmo.
A gente tendo que viver atrás de grades nas portas e janelas e os ladrões livres pela rua. saudações!

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Meus netos

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Dia 18 de junho de 2010

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