Quem sou eu

Minha foto
Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto é uma fé imensa na vida e na humanidade. Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer. Faço parte da Leia/JF, Liga de escritores, autores e ilustradores de Juiz de Fora. Sou da Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada no município de Paty do Alferes onde residi por trinta e cinco anos. A vida é um belo presente.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Fazer sexo ou amor?







O mundo moderno preconiza que o gostoso é fazer sexo, viver o momento. O prazer pelo prazer!  Muitas pessoas realizam-se com essa prática e conseguem separar sentimento de ato. O sexo é o complemento de algo que deve existir antes de ser consumado...
Uma simpatia, uma atração, um desejo... e cremos que o sentimento de ternura deverá estar presente não importando se é só para uma vez e adeus.
As pessoas que fazem de sua vida  uma grande diversão ( sexo por sexo ) e nada além disso, são fortes, muito mesmo. Separar envolvimento de algo que na verdade  dá prazer  deve ser um exercício psicológico e físico. Digo físico pois o corpo pode gostar do contato com determinada pessoa e psicológico por ter que anular qualquer lembrança do momento do êxtase. Algo,  no entanto é questionável... Será que são felizes? Será que uma vida de prazeres somente poderá preencher o que nós tanto gostamos?
Fazer amor parece-me um pouco diferente. É algo onde sentimentos e carinhos, demonstrações e cumplicidade fazem a receita dar certo e durar um bom tempo. O fazer amor envolve mais que a atração física, envolve o admirar a outra  pessoa, ver mais do que o sexo nela. Ter a pessoa por inteiro corpo e alma e aí o sexo vai acontecer de forma muito mais intensa e prazerosa. A vontade de repetir muitas vezes essa combinação será algo presente. Isso não caracteriza que deva haver compromisso sério, tipo casamento ou uma vida onde um esteja amarrado ao outro. Mas, temos a nítida sensação que as almas estarão unidas mesmo que distantes fisicamente. A plenitude de um ser humano é complexa , posso afirmar que os que separam sentimento do ato de amar, na verdade estão incompletos. Bem no íntimo uma hora ou outra hão de sentir falta de carinho sincero, companhia agradável  , atenção e isso tudo satisfaz o SER HUMANO. Ninguém pode afirmar que é feliz sozinho. Uma hora ou outra essa solidão vai causar algum tipo de reação e de repente pode ser a de usar outras pessoas  fisicamente que também sentem a mesma necessidade para os prazeres momentâneos. Ao terminarem virá aquela pergunta? Será que estou feliz assim?

Denise Vieira Doro

Nenhum comentário:

Meus netos

Meus netos
Dia 18 de junho de 2010

Arquivo do blog