Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Dia Internacional do Idoso





Finalmente os idosos estão sendo lembrados em todo o mundo!
O respeito e o pensamento de que os idosos são pessoas que apesar de merecerem uma atenção especial, são acima de tudo seres que tentam sobreviver num mundo de discriminações.
Atentemos para o fato de que muitos idosos estão a margem da sociedade, tratados como um utensílio por parentes e colocados em asilos para que não lhes perturbem.
O idoso desse século é sem dúvida alguém que pode ter uma qualidade de vida satisfatória quando obtém dos familiares auxílio no tratamento da saúde, atenção e carinho para que está seja plena e pratica atividades físicas, culturais entre outras.
Ser idoso não é ser doente. O idoso carrega consigo incontáveis experiências e uma bagagem de sabedoria acumulada ao longo de sua existência.
O governo brasileiro a dez anos criou o Estatuto do Idoso, mas é lamentável que poucos possuam conhecimento de seus direitos. E os meios de comunicação, não divulgam campanhas para que a sociedade saiba lidar com criaturas especiais, pois conseguiram viver tantos anos, superando inúmeras dificuldades.
Lembremos que os jovens e os adultos de hoje  serão os idosos de amanhã. Sempre que pudermos façamos o melhor para que os mesmos não se sintam abandonados e sim uma parcela da sociedade que pode e deve viver de maneira útil, saudável e muito alegre.
Denise Vieira Doro

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Meus netos

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Dia 18 de junho de 2010

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