Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

domingo, 13 de março de 2011

A rotina que mata.

Viver cada dia em paz, alegre e cumprindo as tarefas que escolhemos é excelente! No entanto os relacionamentos humanos se desgastam com a "rotina". A rotina é assassina! Ela mata todo e qualquer sentimento, seja entre amigos ,  colegas de trabalho, família e etc... Porém o maior desastre ocorre no casamento, nas uniões quer sejam de papel ou não. Quando duas pessoas vivem sob o mesmo teto, no início existem alguns pequenos conflitos (de educações diferenciadas, hábitos, e outros)com o passar do tempo parece que tudo se ajusta. Nos acostumamos com as diferenças e essas passam a ser naturais.
Observamos com o passar dos anos os casais não inovarem, não reavaliarem e tentarem fazer a cada dia um novo recomeço torna-se complicada a vida a dois. Surgem discussões por coisas muito banais, pequenas implicâncias, o relacionamento sexual esfria, e se não houver alguma mudança será tarde para salvar a união. Casal que deseja manter sua união duradoura e aprazível tem que namorar. Não importa se os anos de união são muitos. Beijo na boca, sim, não existe idade para não se beijarem mais. Namoro no cinema. Bailes, dançar é super salutar. Um telefonar para o outro e marcar um encontro num determinado local e juntos irem jantar fora, assistirem a um bom show  ou a um filme, bem picante, debaixo de alguma coberta trocando uns amassos e nesse rala e rola, tem que rolar o feeling. Conheço pessoas que pararam no tempo e acham que depois dos cinquenta não podem mais transar quando existe vontade, aqueles sussurros ao ouvido não são permitidos e determinadas carícias proibitivas. Daí o casamento, o namoro, a amizade colorida  e etc... vão para o brejo. E depois não reclamem de que a culpa é do homem ou da mulher. A rotina destrói qualquer relação e a de casais com muito mais facilidade. Vamos impedir que esta anule tudo que sonhamos para uma vida a dois duradoura e feliz.
Sabemos que existem muitos fatores que detonam uma união, todavia o pior deles é a rotina.

Um comentário:

Marly Bastos disse...

Concordo plenamente amiga!
A rotina mata tudo: a paixão, a amizade, o carinho, o tesão, a motivação... A palavra é mesmo inovar, reavaliar, refletir no comportamento, seja em qualquer setor da nossa vida. Acho que nem mesmo Deus, aguenta uma ladainha, aquela reza de todo dia, a mesmice da oração. Imagina nós pobres mortais...
Boa reflexão!
E obrigada pela visita. Beijos

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Dia 18 de junho de 2010

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