Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Uma mulher guerreira, romântica, amante de música e tudo que envolve cultura e artes. Pedagoga, poetisa, escritora de fatos da vida e de sentimentos envolventes na vida de todos nós. Amo crianças, respeito e venero as pessoas idosas, luto pelo fim de todo e qualquer preconceito.Oro pela cura de doenças como o câncer, a Aids entre outras...Sou viúva de um homem maravilhoso,me fez feliz por quase quarenta anos, mãe de três filhos e possuo seis lindos netos. Tenho amigos valiosos e acredito que a Educação é a arma para Transformar nosso Planeta num lugar onde o Respeito e o Amor sejam constantes.Escrevo desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante algo que possa beneficiá-lo . Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer.

domingo, 6 de março de 2011

A solidão no meio da multidão.




A solidão é algo que nos atinge quando menos esperamos e traz graves consequencias. O mundo moderno repleto de atividades dentro e fora das residências, alta tecnologia e etc... ainda não teve êxito com o problema da solidão. Reflitamos calmamente e vejamos: _ Por que em situações de grande movimentação  tais como, festas, exercício do trabalho, passeios em determinados momentos sentimos um enorme vazio, uma solidão que não tem explicação?
Talvez estejamos envolvidos com pessoas, porém não o suficiente para sentirmos a segurança e o apoio necessários para vivermos em paz. A desumanização da sociedade é notada e sentida. Os noticiários a cada dia nos presenteiam com barbáries ocorridas em cada canto do Universo. Independe de raça, país ou religião. Simplesmente acontece...
Cremos que o domínio das drogas influi de forma direta para que tais situações ocorram.E haja disposição para reagirmos  e não nos deixarmos contaminar por algo que realmente vai destruindo aos poucos, vira depressão e pode levar os indivíduos a uma morte prematura.
Na atual conjuntura a saída é a Fé, o auto-conhecimento e a ajuda mútua, dessa feita , veremos uma luz ao fim do túnel. Discorri sobre esse tema, porque diversas pessoas me confidenciaram que em algum momento da vida se sentiram sós no meio da multidão.

Denise Vieira Doro

Um comentário:

sentidos de coimbra disse...

Denise, a solidariedade, o amor ao próximo, a compaixão pelos mais fracos e consequentemente mais frágeis e a partilha, são apenas alguns dos valores desconhecidos entre os homens. É urgente repensarmos a nossa postura/conduta actual.
Um beijo amigo
cristina torres

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Meus netos

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Dia 18 de junho de 2010

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