Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto é uma fé imensa na vida e na humanidade. Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer. Faço parte da Leia/JF, Liga de escritores, autores e ilustradores de Juiz de Fora. Sou da Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada no município de Paty do Alferes onde residi por trinta e cinco anos. A vida é um belo presente.

domingo, 6 de março de 2011

A solidão no meio da multidão.




A solidão é algo que nos atinge quando menos esperamos e traz graves consequencias. O mundo moderno repleto de atividades dentro e fora das residências, alta tecnologia e etc... ainda não teve êxito com o problema da solidão. Reflitamos calmamente e vejamos: _ Por que em situações de grande movimentação  tais como, festas, exercício do trabalho, passeios em determinados momentos sentimos um enorme vazio, uma solidão que não tem explicação?
Talvez estejamos envolvidos com pessoas, porém não o suficiente para sentirmos a segurança e o apoio necessários para vivermos em paz. A desumanização da sociedade é notada e sentida. Os noticiários a cada dia nos presenteiam com barbáries ocorridas em cada canto do Universo. Independe de raça, país ou religião. Simplesmente acontece...
Cremos que o domínio das drogas influi de forma direta para que tais situações ocorram.E haja disposição para reagirmos  e não nos deixarmos contaminar por algo que realmente vai destruindo aos poucos, vira depressão e pode levar os indivíduos a uma morte prematura.
Na atual conjuntura a saída é a Fé, o auto-conhecimento e a ajuda mútua, dessa feita , veremos uma luz ao fim do túnel. Discorri sobre esse tema, porque diversas pessoas me confidenciaram que em algum momento da vida se sentiram sós no meio da multidão.

Denise Vieira Doro

Um comentário:

sentidos de coimbra disse...

Denise, a solidariedade, o amor ao próximo, a compaixão pelos mais fracos e consequentemente mais frágeis e a partilha, são apenas alguns dos valores desconhecidos entre os homens. É urgente repensarmos a nossa postura/conduta actual.
Um beijo amigo
cristina torres

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Dia 18 de junho de 2010

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