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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Tenho outros livros prontos para publicação, inclusive infantis. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto é uma fé imensa na vida e na humanidade. Fazer feliz as pessoas é meu maior prazer. Faço parte da Leia/JF, Liga de escritores, autores e ilustradores de Juiz de Fora. Sou da Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada no município de Paty do Alferes onde residi por trinta e cinco anos. A vida é um belo presente.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Questionamentos sobre o Amor

Quando se sente algo por alguém, tão forte, capaz de abalar nosso emocional e somos surpreendidos diante de tal fato, visto que temos alguém em nossa vida. O que fazemos?Vivemos num mundo onde certos hábitos, oriundos ainda de uma educação questionável nos leva a crer que certas coisas são absurdas, erradas, pecado...


Serão mesmo?
Até que ponto somos culpados?
Existe culpa no amor?
A luz da boa educação , deve-se esquecer, afastar-se para que tal sentimento morra, se acabe, mesmo que isso seja doloroso, mas à sociedade jamais perdoa um deslize mesmo que só na emoção.
E isso se transforma no maior segredo que guardamos. Jamais será revelado e consequentemente contará mais uma frustração.
Será que felicidade é isso?
Não defendemos a traição. Pelo contrário, o rompimento de quaisquer impedimentos para que se possa em paz e com a devida clareza ver a veracidade de tais emoções, é o correto.
Seria uma Utopia?
Seria fruto de tanta repressão que acaba em um determinado momento se extravasando na vontade de transgredir, ousar, desafiar? Ou a vida nos pregando uma brincadeira, na qual sentimentos são um borbulhar de contradições e expectativas.
Porém, a sábia razão fala-nos mais alto e pensamos... Isso não passou de uma ilusão, uma fantasia!
Sendo assim, abafa-se todo e qualquer sentimento a qualquer preço e continuamos a caminhar do jeitinho que era antes. Todavia , uma vez ou outra lembramo-nos do ocorrido e pensamos... Será que teria valido ter seguido as emoções?
A dúvida será nossa companheira para sempre.






Denise Vieira Doro

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Dia 18 de junho de 2010

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