Quem sou eu
- Denise Doro
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- Sou escritora desde os onze anos de idade.Meu primeiro livro publicado é "Soltando as Amarras", poesias num misto de romance, auto-ajuda, homenagens e quebra de paradigmas.Escrevo vários gêneros literários. Creio que tenho por missão transmitir ao meu semelhante através de meus textos palavras edificantes e que causem impacto de uma fé imensa na humanidade. O segundo livro "O Jogo da Vida" com contos, poemas, crônicas e mensagens. Nessa diversidade de estilos literários conduzo o leitor a compreensão de que nossa existência assemelha-se a um jogo onde a estratégia deve ser bem planejada para que tenhamos grandes chances de vitória. Integro a ALJODE ( Academia de Letras Joaquim Osório Duque Estrada) em Paty do Alferes e a LEIA/JF ( Liga de escritores, ilustradores e autores de Juiz de Fora). Participo de Saraus, reuniões literárias, feiras literárias e Bienais.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Delírios
Se soubesses o que sinto, e não minto
estremeço e adormeço nos seus braços,
cada dia que acordo, com você eu me vejo,
cada noite que eu durmo em seus braços me aconchego.
Seu nome me inspira
Cada verso que componho
É você que ocupa a rima
Tudo isso me fascina
Sou o espaço vago
No universo do teu ser
És o que completa
Meu vazio, meu querer.
Denise Vieira Doro
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Viajando e vivendo...
Nada substituí o prazer de viajar, principalmente quando estamos ansiosos por conhecer novas culturas, novas pessoas e a nós mesmos.
O simples fato de estarmos fora de nosso lar, deixa-nos com uma certa dose de nostalgia e alegria... Pasmem, pois é isso mesmo, saudade de casa e euforia de estar conhecendo cidades novas e outras culturas.
Quem pode viajar deve fazê-lo sempre, afinal somente conhecendo novos horizontes poderemos valorizar nossas raízes.
Contemplando as belezas naturais, as edificações peculiares de cada região, a atividade turística de cada uma podemos avaliar a terra onde moramos, e num comparativo muito aprendermos.
As pessoas que conhecemos durante o percurso, seus hábitos e histórias enriquecem nossa vida.
Vamos sempre que pudermos darmos a nós mesmos essa oportunidade incrível de ampliarmos nossos conhecimentos e interagirmos com outros povos.
Denise Vieira Doro
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Reflexões
Para cada dúvida quero esclarecer...
Para a falta de respeito pedirei que respeitem...
Para a insegurança darei a fé...
Para o desamor doarei amor...
Para a ingratidão devolverei com perdão...
Para o desatenção ofertarei carinho...
E se depois disso tudo eu nada conseguir...
Ainda assim minha esperança na vida não vai extinguir.
Denise Vieira Doro
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Meu Pedacinho de Chão.
Novela que vai deixar saudades... Uma historinha leve e ao mesmo tempo muito séria quanto ao
assunto amor. Reviveu em cada telespectador sua infância com as peraltices do
moleque Serelepe, acrescentou em nossos corações aquela pitada de ternura, a
vontade de ajudar ao próximo como Dona Catarina com a Pituquinha tanto desejarem
ajudar ao menino Serelepe. Mostrou-nos, que o amor não tem barreiras, atravessa
tudo até a condição social e cultural quando forte e verdadeiro com o Zelão e a
Professorinha Juliana. Deitou abaixo preconceitos com as aparências, tornando a menina que se
vestia e trabalhava na fazenda do pai como se fosse um rapaz, desabrochando
para o amor e tornando-se feminina e
delicada.
Deu-nos exemplos de que só a afabilidade e o Amor podem
desarmar qualquer guerra e coração petrificado. Alertou-nos sobre a política e
suas nuances de manipulação com o povo. Valorizou a fé, nas pessoas do Padre e
da Dona Benzedeira que o povo confiava. Exemplificou de forma muito sutil os
verdadeiros valores da família. O valor das palavras do bem, dos abraços, da
educação, do auxílio e encantou-nos com a beleza de seus cenários tão coloridos
assemelhando-se aos desenhos animados. Muitos benefícios essa novela sem
grandes pretensões trouxe-nos e certamente eu teria muito mais à escrever. Algo
no entanto é certo arrancou lágrimas dos olhos mais secos , abalou corações e
vai deixar muitas saudades!!!!
Denise Vieira Doro
terça-feira, 29 de julho de 2014
De volta ao aconchego.
Voltar a sobriedade depois de passarmos por períodos de
hibernação psicológica não tem preço.
Muitas vezes, ficamos hipnotizados em situações caóticas ou
relacionamentos conturbados por pura falta de maturidade.
Nesses períodos não conseguimos ver nada... apenas olhamos e
ficamos sonhando com coisas que nunca aconteceram e que idealizamos que estão
ocorrendo. Na verdade, existem criaturas cuja índole é a de se fazer notar a
qualquer custo. A vaidade dessas pessoas ultrapassa os limites da sanidade.
Querem ser o alvo das atenções e para não perderem o lugar de destaque primam
em usar de atitudes ou comportamentos que instiguem quem está a sua volta a
diversos sentimentos.
A análise mais detalhada de alguns fatos poderão abrir as
cortinas da cegueira passageira e tornarem o que realmente está ocorrendo tão
claro que terá um fim esse tipo de manipulação psicológica.
A culpa as vezes nem é
de quem provoca essa situação , e muito mais de quem se encontra despreparado
em sua fé, em sua percepção e certa malícia para perceber que está sendo usado
para alimentar o ego de outras ou quem sabe até de suas frustrações.
Porém, nada é para sempre, haverá um momento em que acordamos
desse pesadelo e vemos com nitidez tudo que nos deixamos envolver, pois na
verdade nós permitimos que isso se tornasse importante a ponto de trazer
prejuízos. Nesse espaço de tempo cuja fantasia de que tudo era maravilhoso e na
verdade era somente representação teatral perdemos a oportunidade de vivermos
com os pés no chão, observarmos as maravilhas que estavam a nossa volta e
sairmos em busca de tudo que nos faria bem.
Denise Vieira Doro
sábado, 28 de junho de 2014
O aprendizado do amor
Temos que aprender a amar...Amar
sem cobrar, amar sem julgar, amar simplesmente por amar.
É um longo aprendizado...Podemos
levar uma vida inteira tentando amar com desapego e isso necessita de grandes
mudanças interiores. Amamos querendo receber amor igual, gostamos na esperança
de que gostem de nós e isso nem sempre acontece. Devemos tomar cuidado para não
perdermos o amor próprio. Quando acontece os estragos são imensos.
Ao pensarmos em alguém ou nas
pessoas que gostamos logo somos tomados pelo egoísmo. Gostaríamos de tê-los bem
pertinho de nós. A realidade não oferece essa possibilidade. Cada pessoa é
única e pensa de maneira diferente da nossa...Uns gostam de retribuir o carinho
que recebem dando atenção , no entanto outros nem se dão conta de que uma
atitude assim poderia tornar mais feliz quem se afeiçoou a eles. As pessoas
sensíveis sofrem enquanto não aprendem a demonstrar seus sentimentos.
Uma dose equilibrada de bom senso
daria a elas atitudes mais libertadoras, pois tendem a expressar que querem
aprisionar quem gostam. No fundo não é bem assim, somente não usam maneiras
claras de externar que podem e devem dividir com outras criaturas seus
afetos. Um pássaro engaiolado não é feliz...O amor que aprisiona torna
infeliz quem o recebe.
Contudo, o diálogo é a forma adequada de se resolver
esses impasses. Se houver reciprocidade nos gestos e atenções um ajudará ao outro e poderão ter
um convívio agradável.
Temos muito que aprender sobre o
Amor.
Denise Vieira Doro
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Dia 18 de junho de 2010
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